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Orgasmo na terceira idade: o que muda nesta fase?

orgasmo na terceira idade

É muito comum pensar que, na terceira idade, as pessoas deixam de ter uma vida sexual ativa. E este pensamento, além de estar longe da verdade, não deixa de ser carregado de um certo tabu: afinal, quem disse que os idosos não têm direito a se relacionarem sexualmente e sentirem prazer?

Dito isso, é fato que o envelhecimento provoca algumas mudanças em nosso comportamento e funções sexuais. Por exemplo, você já deve ter escutado por aí que, em geral, pessoas mais velhas têm menos interesse em sexo, e que a qualidade da performance sexual pode cair conforme a idade avança.

Embora isso possa ocorrer, não é uma regra, e muito menos significa que pessoas na terceira idade devam parar por completo sua atividade sexual. Afinal, o sexo faz parte da vida, inclusive durante o envelhecimento.

Por isso, neste post vamos falar de algumas características do sexo e o que ocorre em relação ao orgasmo na terceira idade . Ele muda? Tende a diminuir de intensidade? É perigoso ter um orgasmo depois de algum problema de saúde? Acompanhe em nosso artigo!

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O que significa ter uma vida sexual normal?

vida sexual normal

O sexo é uma atividade natural do ser humano, não só para a reprodução, mas também para o prazer. Além disso, a prática também gera benefícios para nossa saúde física e mental. Mas, em meio à vida cada vez mais agitada e compromissada que levamos hoje, é comum que às vezes o sexo fique em segundo plano.

Além disso, o envelhecimento também é visto como um fator que influencia na diminuição da vida sexual. Por tudo isso, é comum que as pessoas se perguntem: afinal, minha vida sexual é normal? O que significa ter uma vida sexual normal? Alterações no desejo sexual podem ser consideradas um problema? Acompanhe nosso post e tire essas e outras dúvidas!

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Desejo sexual masculino: o que pode alterá-lo?

desejo sexual masculino

Da mesma maneira que o desejo sexual masculino pode ser estimulado de vários modos, ele também ser alterado por diversas causas. E essas alterações influenciam naturalmente a qualidade de vida dos homens, podendo mesmo gerar conflitos conjugais ou relacionais, que, por sua vez, afetarão a sexualidade do homem.

Assim, alterações no desejo sexual masculino podem acompanhar outras questões relacionadas à vida do homem, como alterações ejaculatórias, disfunção erétil e outras. Dessa forma, é essencial que haja um diagnóstico correto para que um tratamento, se necessário, seja o mais bem sucedido possível.

Por isso, neste artigo abordaremos algumas das possíveis causas que afetam o desejo sexual masculino. Acompanhe e boa leitura!

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Principais causas da impotência sexual e como tratá-la

Avaliação Médica Impotência Sexual Masculina

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Descubra quais são as principais causas da impotência sexual, como identificá-la e qual é o tratamento mais indicado para esse tipo de disfunção sexual.

O que é impotência sexual?

A  impotência sexual é o nome popular para a disfunção erétil. É definida como a incapacidade do homem em obter ou mesmo manter a ereção por tempo suficiente para completar a relação sexual.

De acordo com especialistas, a impotência sexual deixa de ser considerada ocasional e passa a ser um problema que deve ser tratado quando ocorre em cerca de 50% das relações sexuais do homem.

Quem pode ter impotência sexual?

A impotência sexual é um problema que atinge grande parcela da população masculina e em diferentes idades. Apesar de ser mais comum nos homens com mais de 40 anos.

É relatado que a disfunção erétil pode atingir mais de 40% dos que estão na faixa etária entre 40 e 70 anos.

Não conseguir ter um desempenho sexual saudável pode trazer diversos tipos de problemas para a vida do homem. Como baixa autoestima, ansiedade, desgaste na relação a dois e outros fatores que afetam negativamente na qualidade de vida masculina, na saúde e relacionamentos.

>>Leitura recomendada: Mitos e verdades sobre impotência sexual (disfunção erétil)

As principais causas da impotência sexual

Antes de decidir por um tratamento adequado, é importante saber o que está causando a impotência sexual.

Diversos fatores podem influenciar o desempenho na cama. Desde questões psicológicas, o uso de certos medicamentos até doenças mais complicadas, como as cardiovasculares, por exemplo.

Dessa forma, pode-se dividir as causas da impotência sexual masculina em dois tipos: de natureza psicogênica, ou seja, relacionada a fatores psicológicos, ou de natureza orgânica, que está relacionada a causas físicas. Ler mais

13 alimentos afrodisíacos que aumentam a libido do homem

alimentos afrodisíacos que aumentam a libido do homem

Quer saber mais sobre alimentos afrodisíacos? Então você precisa ler esse artigo. Reunimos aqui uma lista com mais de 13 alimentos afrodisíacos que aumentam a libido do homem. Confira!

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Uma alimentação saudável e balanceada é muito importante para manter a saúde em dia e alguns alimentos, inclusive, contribuem ainda mais para a saúde sexual masculina. Há alimentos que possuem propriedades que podem ajudar na melhora de seu desempenho sexual e para o aumento do desejo sexual. Descubra quais são neste artigo.

Lista dos alimentos afrodisíacos que aumentam a libido do homem:

Ostras

Um afrodisíaco natural bem potente para os homens é a ostra. Isso porque o molusco é rico em zinco, mineral importante para a produção de testosterona.

Muitos não sabem que a falta de zinco no organismo resultam numa diminuição na produção de testosterona, o que dessa forma também reduz a libido masculina. Por isso a importância de alimentos ricos em zinco.

Se isso estiver ocorrendo com você, consuma mais alimentos ricos em zinco, como a ostra. Esses moluscos ainda estimulam a produção de espermatozoides, além de melhorarem o desejo sexual.

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Andropausa: entenda o que é e como identificar

andropausa
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A Andropausa, chamada popularmente de “menopausa masculina”, é a redução na produção do principal hormônio masculino, a testosterona. Segundo pesquisas científicas, 33% dos homens acima dos 60 anos sofrem desse distúrbio hormonal.

Caracterizada pela diminuição lenta e gradual da testosterona no sangue, que é o hormônio responsável por controlar o desejo sexual, a ereção, a produção de espermatozoides e a força dos músculos, geralmente, a andropausa surge por volta dos 50 anos.

>>> Saiba mais sobre a importância da testosterona para saúde masculina

Parecida com a menopausa, causa sintomas como redução do desejo sexual, perda de massa muscular e alteração de humor, por exemplo. A Andropausa não chega a atingir grande parte da população masculina, assim como ocorre com as mulheres, em que a incidência de menopausa é bem maior.

No entanto, os efeitos da Andropausa prejudicam a qualidade de vida dos homens e afetam sua saúde sexual. Descubra neste artigo quais são os principais sintomas e efeitos da Andropausa, como é realizado o diagnóstico e qual é o tratamento mais utilizado.

Sintomas da Andropausa

  • Indisposição;
  • Tendência a se cansar facilmente;
  • Queda de cabelos;
  • Diminuição da libido;
  • Dificuldades de ereção;
  • Alterações de humor;
  • Irritabilidade;
  • Fadiga;
  • Perda de massa muscular;
  • Calor excessivo;
  • Acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal;
  • Pode ocorrer anemia e perda de massa óssea.

Diagnóstico de Andropausa

A melhor maneira para diagnosticar a andropausa e calcular a dosagem de testosterona é com exame de sangue. Com este exame podem ser identificados os níveis baixos deste hormônio que caracterizam a andropausa.

Também é importante realizar outros exames para anular possíveis causas de testosterona baixa, como, por exemplo, dosagem de hormônios relacionados à função da tireoide.

andropausa

Tratamento para Andropausa

O tratamento, desde que conduzido por profissionais especializados, baseia-se na aplicação de doses de testosterona no paciente. E, se necessário, de outros hormônios através de injeções, géis ou mesmo adesivos.

Entretanto, há alguns casos em que esse tratamento é mais difícil, por exemplo, quando o paciente tem apneia do sono, câncer de próstata, insuficiência cardíaca ou epilepsia.

Por isso, o homem deve consultar o médico regularmente, principalmente após os 50 anos, para identificar se a andropausa está o afetando e o especialista analisar o melhor tratamento a ser seguido.

É importante salientar que a reposição de hormônios não irá aliviar por si só os sintomas, sendo necessário também uma mudança de hábitos.

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8 dicas para controlar a ejaculação

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Sem tempo de ler? Então clique no play para OUVIR esse texto:

Saber qual é o tempo médio das relações sexuais geralmente é uma curiosidade comum para os homens. O que para alguns é assunto de uma conversa descontraída com os amigos, para outros é motivo de ansiedade.

Afinal, principalmente para aqueles mais jovens, que estão começando sua vida sexual, o controle na hora H pode ser considerado difícil de ser alcançado, causando ejaculação precoce.

Estima-se que 30% da população masculina brasileira sofra de ejaculação precoce. Como já escrevi neste outro artigo, esta disfunção sexual será considerada um problema a ser tratado se ela ocorre frequentemente.

Mas como saber se a ejaculação foi precoce?

Não há um parâmetro de tempo exato para determinar se ocorreu ou não uma ejaculação precoce. De acordo com algumas pesquisas, se a ejaculação ocorre em menos de 1 minuto ela pode ser considerada precoce.

No entanto, essa percepção é um pouco mais subjetiva e depende da observação do casal. Como não existe um tempo certo para considerar se a ejaculação é precoce, o homem precisa ouvir sua parceira (o).

Mas se ele notar que ejacula antes mesmo da penetração e que isso já ocorreu várias vezes é bastante provável que sofra desse problema. Em alguns casos, o pênis nem chega a enrijecer completamente e a ejaculação já ocorre.

Nestas situações, o que era para ser um ato prazeroso, pode gerar um desconforto para o casal. A boa notícia é que a ejaculação precoce pode ser tratada e o homem consegue recuperar o desempenho sexual de antes.

Além de realizar um tratamento efetivo, também há algumas dicas que podem ser seguidas para o homem ter maior controle sobre a ejaculação e manter o momento de prazer por um tempo satisfatório para o casal.

Dicas para controlar a ejaculação

1 – Controle sua ansiedade

Uma das principais causas da ejaculação precoce é a ANSIEDADE. Esse estado de humor impede o homem de controlar a ejaculação durante o ato sexual, o que acaba gerando mais ansiedade.

Ou seja, cria-se, dessa forma, um verdadeiro círculo vicioso. Quanto mais adrenalina é produzida, mais rápida ocorre a ejaculação. Em casos graves, o homem pode desenvolver problemas de disfunção erétil.

Mas como reverter a ansiedade?

Respire fundo várias vezes antes da relação sexual para ajudar a diminuir a tensão. Tente ficar tranquilo e calmo. A dica é não fazer uma autocobrança grande em relação ao seu desempenho, mas curtir e aproveitar o momento.  

2 – Diálogo é importante para controlar a ejaculação

Estar em sintonia com a (o) parceira (o) pode ajudar no processo de se manter calmo durante a relação sexual. Conversar sobre suas dificuldades pode ajudar também para o casal encontrar a melhor solução juntos e ter uma compreensão mútua. O importante é o casal aproveitar ao máximo os momentos de prazer.

3 – Masturbação pode ajudar

A masturbação pode ser aliada para quem quer acabar com a ejaculação precoce. Isso porque dessa maneira você conhece mais o seu corpo e adquire mais segurança. Além disso, vai aprender a encontrar o momento exato da ejaculação e a controlá-lo. Quando se aprende a identificar as sensações que você tem antes de ejacular, será mais fácil controlá-la.

4 – Experimente outras posições

Algumas posições podem ser mais indicadas para quem tem ejaculação precoce. Uma das mais usadas por quem tem dificuldade em controlar a ejaculação é aquela em que a mulher fica por cima do homem. Mas como nem todos os casais são iguais, é importante que vocês descubram juntos qual posição é melhor para o casal.

5 – Prática stop-start

A prática do stop-start consiste na interrupção da penetração ou dos movimentos estimulantes quando você sentir que vai ejacular. Pare por breves segundos até a vontade passar e continue a ação que estava fazendo. Essa técnica de parar e continuar pode ser praticada durante o sexo ou enquanto você se masturba. O objetivo é diminuir o estímulo sexual para que a ejaculação demore um pouco mais para ocorrer.

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6- Exercícios físicos

Como já escrevi aqui neste artigo, a prática regular de exercícios físicos contribui de diversas formas para a melhora do desempenho sexual do homem. Em relação ao controle da ejaculação, a prática de atividades que reduzem a ansiedade e estimulam a tranquilidade, tais como ioga ou mesmo alongamento, pode diminuir seu estresse e nervosismo, contribuindo para manter a calma na hora H.

7 – Controle dos músculos pélvicos

Os músculos pélvicos atuam na liberação do sêmen e por isso é importante que você saiba controlá-los. Fazer exercícios de contração dessa musculatura é uma das maneiras de aprender a controlar a ejaculação.

Uma dica é fazer diariamente 3 sessões de 20 contrações dos músculos pélvicos. Depois contraia os músculos por 5 segundos e solte-os. Aos poucos, estes exercícios vão fortalecendo a musculatura e você aprende a controlá-la. Se você não sabe exatamente como fazer isso, interrompa o fluxo de urina e depois solte novamente. Estes músculos usados para interromper o fluxo de urina são os pélvicos.

8 – Procure ajuda médica

Se ejaculação precoce for um problema recorrente na sua vida sexual, a melhor solução é procurar ajuda médica. Continuar sofrendo com isso, ou tomando medidas paliativas como as indicadas aqui, não irão resolver seu problema, apenas amenizá-lo. Por isso o mais indicado é ter uma Avaliação Médica que identifique as causas de seu problema e que lhe proponha um tratamento eficaz e seguro.

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Diabetes e disfunção erétil: qual a relação?

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A diabetes é uma doença caracterizada pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue, surgindo quando há redução ou deficiência na produção do hormônio insulina. Uma das possíveis consequências da diabetes é a disfunção erétil. Mas você sabe por que ocorre essa relação entre diabetes e impotência sexual? Leia o artigo e entenda.

A diabetes pode dificultar o fluxo sanguíneo ou causar lesões nos nervos, o que impede o funcionamento normal do mecanismo da ereção. Os homens diabéticos têm muito mais chances de desenvolverem disfunção erétil. Segundo pesquisas, eles possuem até três vezes mais propensão de sofrer com o distúrbio do que os homens sem diabetes.

Vale ressaltar ainda que quando a glicose (açúcar no sangue) apresenta níveis descontrolados, o risco de disfunção erétil causada por diabetes é bem maior do que se os níveis forem mantidos sob controle.

Por que a diabetes aumenta os riscos do homem ter disfunção erétil?

De forma geral, pode-se dizer que o excesso de açúcar no sangue, característico da diabetes, ocasiona, ao longo do tempo, danos nos nervos e nos vasos sanguíneos, o que nos homens, entre outras complicações, afeta a região peniana.

Desde o entupimento dos vasos, chamado de aterosclerose – pelo acúmulo de gordura dentro das suas paredes – até a insensibilidade dos nervos que estimulam a ereção, existe todo um conjunto de fatores ocasionados pela diabetes que contribui para a impotência sexual do homem.

Os danos aos nervos podem restringir o estímulo e a sensibilidade que precedem a ereção. Já os danos aos vasos sangüíneos podem impedir o fluxo de sangue necessário ao início da ereção ou para manter o endurecimento do pênis durante a relação sexual.

Para os homens diabéticos que querem manter a vida sexual ativa e satisfatória, é fundamental manter todos os dias as taxas de açúcar no sangue controladas. Se a glicemia for mantida em valores adequados, não haverá excesso de açúcar no sangue para danificar nervos ou vasos sanguíneo, havendo menos riscos de ocasionar disfunção erétil.

Dados da diabetes no Brasil

A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE em 2015, mostra que a diabetes atinge 9 milhões de brasileiros. Isso corresponde a 6,2% da população adulta. São, de acordo com a pesquisa, 3,6 milhões de homens diabéticos no Brasil.

Os percentuais de prevalência da doença por faixa etária são: 0,6% entre 18 a 29 anos; 5% de 30 a 59 anos; 14,5% entre 60 e 64 anos e 19,9% entre 65 e 74 anos. Para aqueles que tinham 75 anos ou mais de idade, o percentual foi de 19,6%. Ou seja, o percentual costuma aumentar conforme a idade avança.

Em 2016, segundo o relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 16 milhões de brasileiros adultos (8,1%) sofriam de diabetes. Também segundo a OMS, a doença leva ao óbito cerca de 72 mil pessoas por ano no Brasil.

Os tipos de diabetes

O hormônio que controla o nível de glicemia (açúcar) no sangue é a insulina, e esta é produzida pelo pâncreas. Na Diabetes Tipo 1, o pâncreas do indivíduo deixa de produzir a insulina, aumentando os níveis de açúcar no sangue. Por se tratar de uma doença que tem relação genética (autoimune), geralmente é diagnosticada na infância.

A Diabetes Tipo 2 é a mais comum, representando até 90% dos casos. Geralmente ocorre mais em adultos acima dos 40 anos e/ou em obesos. Nesse tipo de diabetes há união de dois fatores: resistência à insulina no organismo e diminuição da produção pelo pâncreas Nesse caso também há uma predisposição genética que juntamente com fatores como obesidade e sedentarismo resultam no aparecimento da doença.

Como evitar as complicações da diabetes?

Os efeitos danosos de longo prazo da doença são conhecidos como complicações da diabetes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as complicações do diabetes são divididas em dois grandes grupos: micro e macro vasculares.

As complicações microvasculares são àquelas que causam danos aos pequenos vasos sanguíneos, como as que acometem os olhos, rins e nervos. Já as macrovasculares incluem as doenças cardíacas e o fluxo insuficiente de sangue para as extremidades do corpo, principalmente pernas.

Caso uma pessoa com diabetes controle com cuidado sua glicemia, nível de colesterol e pressão sanguínea, ela pode escapar destas complicações sem maiores problemas. Outros fatores que ajudam a fugir das complicações diabéticas são: evitar fumar e beber álcool em demasia, praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma dieta saudável.

Disfunção erétil: como resolver

Se você tem sintomas de disfunção erétil o mais indicado é iniciar um tratamento eficaz. A disfunção erétil é diagnosticada quando o homem tem, frequentemente, alguma dificuldade para ter ereção ou para manter o pênis endurecido e que permita a penetração e uma relação sexual satisfatória.

Apesar de ser bem comum e milhares de homem sofrerem com esse problema, muitos não procuram auxílio médico para tratar a impotência sexual e retomar sua vida sexual ativa e saudável.

Tomar remédios sem prescrição médica não resolve o problema, somente um tratamento indicado por um especialista em saúde sexual masculina pode curar a disfunção erétil.

Realize a Avaliação Médica Gratuita e Online com a UroClinic, que um médico especialista em saúde do homem irá indicar o tratamento mais adequado para o seu caso.

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Câncer, prostatite e hiperplasia benigna: os problemas mais comuns relacionados à próstata

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A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino, que produz e armazena parte do fluido seminal. A próstata é o órgão masculino mais comumente afetado por neoplasias, sejam benignas ou malignas. Problemas na próstata podem aparecer em qualquer fase da vida, sendo que as principais são o câncer de próstata, a prostatite e a hiperplasia benigna da próstata.

Apesar de poderem ocorrer em qualquer idade, o câncer de próstata é mais comum em homens com mais de 50 anos, e devido a isso, é importante fazer exames regularmente a partir dessa idade para identificar precocemente problemas na próstata.

Neste outro artigo, você pode conferir mais informações sobre a próstata e quais são os exames mais comuns usados para identificar problemas na próstata. LEIA AQUI

Quando identificados em fase inicial, tanto o câncer quanto outras as doenças, há muito mais chances do tratamento ser eficaz e do homem obter a cura. Confira neste artigo informações sobre as três doenças mais comuns relacionadas à próstata e algumas dicas de prevenção:

Prostatite

A prostatite é uma doença caracterizada pela inflamação das glândulas da próstata. A prostatite é infecciosa na maioria dos casos, causada pela bactéria Escherichia coli. A prostatite é conhecida por apenas 15% dos homens em todo o mundo, de acordo com dados são da Fundação Americana de Doenças Urológicas.

Ela pode surgir em qualquer idade, sendo que 70% dos quadros são diagnosticados apenas com a manifestação dos sintomas que, em situações extremas, são bastante intensos. Desconforto ao urinar, febre e dor nos testículos e no períneo são alguns dos indicativos da doença.

A prostatite pode ter diversos tipos, dentre eles:

  • Prostatite aguda
  • Prostatite bacteriana crônica
  • Prostatite não bacteriana crônica (inflamatória ou não inflamatória)
  • Prostatite inflamatória assintomática

A prostatite não é precursora do câncer, como alguns pacientes pensam. Contudo, o

tratamento, geralmente composto por antibióticos, deve ser levado com seriedade, estendendo-se de 21 a 90 dias de acordo com cada caso. O interrompimento do tratamento sem indicação médica pode fazer com que a doença se torne crônica.

Ao sentir qualquer sintoma relacionado a problemas na próstata, procure um médico. De preferência um especialista em urologia. O urologista é responsável por tratar do sistema urinário masculino e feminino, além do sistema reprodutor do homem.

Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)

A Hiperplasia Prostática Benigna é caracterizada pelo aumento da próstata. Esse aumento é associado à idade e pode causar dificuldades em urinar, dentre outras complicações. Com o passar dos anos, é comum a próstata aumentar de tamanho, contudo esse crescimento pode causar desconforto e dores.  

É uma doença comum que afeta aproximadamente 50% dos homens entre 51 e 60 anos. Na idade de 80 anos, cerca de 80% dos homens têm esta doença. A causa exata da HPB não é conhecida, mas os pesquisadores acreditam que é devido, em parte, por alterações hormonais que acontecem quando o homem envelhece.

A HPB causa um desconforto e uma piora da qualidade de vida de milhões de homens no mundo todo. Um outro nome para a HPB é “aumento prostático benigno”, e isto é exatamente o que ocorre com a doença. A glândula prostática que circunda a uretra começa a crescer, comprimindo-a. Por causa disso é que ocorre desconforto e dores.

A HPB se desenvolve quando as células da próstata crescem, aumentando o volume da glândula. Este aumento acontece lenta e gradualmente. A maioria dos homens não sabe que tem a doença até que a próstata tenha crescido o suficiente para causar sintomas, que raramente aparecem antes dos 50 anos.

O primeiro sintoma que a maioria dos homens percebe é a alteração do fluxo urinário. Uma razão para isto é que quando a próstata começa a aumentar, ela comprime a uretra, tornando-a mais estreita e reduzindo o jato urinário.

Uma complicação freqüente da HPB é a infecção urinária, que acontece quando não se consegue esvaziar completamente a bexiga e as bactérias podem se proliferar na urina residual.

Se não tratada, a HPB também pode acarretar um dano sério ao sistema urinário do homem. A bexiga pode se tornar distendida e pode perder seu poder de contração. Nos casos graves, até mesmo os rins podem ser afetados. A maioria destas complicações pode ser evitada com o diagnóstico precoce e com o tratamento adequado. Assim que notar sintomas de alteração no fluxo urinário ou dificuldades em urinar, procure um médico.

Câncer de próstata é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos, segundo estudos

Câncer de Próstata

Este é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos. De acordo com pesquisas, é a segunda maior causa de morte por câncer entre os homens, perdendo apenas para o câncer de pulmão.

Os fatores de risco do câncer de próstata incluem a idade, histórico familiar da doença, fatores hormonais e ambientais, certos hábitos alimentares (como alimentação rica em gorduras e pobre em verduras, vegetais e frutas), sedentarismo e excesso de peso.

A maioria dos cânceres de próstata cresce lentamente e os sintomas, quando presentes, são os mesmos que os dos demais problemas na próstata, como você pode ver neste artigo.

Tumores em estágio mais avançado podem ocasionar dificuldade para urinar, sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga e hematúria (presença de sangue na urina). Dor óssea, principalmente na região das costas, devido à presença de metástases, é sinal de que a doença está bem grave.

É importante lembrar que o câncer de próstata tem grandes chances de cura quando identificado logo no começo. Diagnosticar a enfermidade em fase inicial possibilita que o tratamento tenha êxito em 9 entre 10 casos, de acordo algumas pesquisas.

Quanto mais avançado é um tumor, mais mutações ocorrem nas células neoplásicas, conferindo maior agressividade ao organismo. As células neoplásicas são células tumorais. A neoplasia ou tumor corresponde a um tecido anormal, sem função fisiológica, de crescimento anormal, com multiplicação contínua e descontrolada.

Elas se multiplicam mais rápido que as células normais da próstata e têm a capacidade de invadir os demais tecidos do organismo e se disseminarem por órgãos distantes.

Há mais chances do câncer ser curado quando ele ainda está localizado, ou seja, se as células neoplásicas ainda não se espalharam pelo organismo. Se identificado já em estágio avançado, o risco de sobrevida do paciente é menor.

Os sintomas do câncer de próstata são muito parecidos com as demais doenças que podem ocorrer na glândula, por isso ficar atento aos sinais que seu organismo manda e também ir ao consultório médico frequentemente é a melhor forma de não ser surpreendido pela doença.

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Próstata: tudo o que você precisa saber

prostata
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A próstata é uma glândula pertencente ao sistema reprodutor masculino e está localizada próxima à bexiga. Ela é extremamente importante para o organismo masculino. É responsável por produzir e armazenar um dos líquidos que compõem o sêmen, o  líquido prostático, responsável por 30% do esperma. Seus músculos também agem para expeli-lo. Além disso, ajuda a prolongar a vida dos espermatozoides.

A próstata, como toda glândula no organismo do ser humano, sofre influência dos hormônios. O seu crescimento está ligado ao hormônio sexual masculino, a testosterona. Seu tamanho aproximado é o mesmo de uma ameixa e pesa cerca de 20 gramas em um homem adulto. Como explicado, sua principal função é a produção de substâncias que compõem o líquido seminal.

Principalmente com o passar dos anos, há maiores probabilidades dos homens sofrerem de problemas com a próstata. Os três principais são: prostatite (caracterizada por infecção na glândula),  hiperplasia benigna da próstata (crescimento que não se configura como tumor) e o câncer de próstata.

Estima-se que cerca de 50% dos homens com 50 anos ou mais têm problemas de próstata. Este número aumenta conforme a idade avança. sendo que aos 80 anos, considera-se que até 90% dos homens apresentam algum tipo de problema.

Apesar de muitas vezes doenças relacionadas à próstata não serem sintomáticas no começo (por isso a importância de ir ao médico regularmente), é fundamental ficar atento aos sintomas que indicam que há problemas. Vale ressaltar que, apesar de serem mais comuns em homens com mais de 50 anos, doenças na próstata podem ocorrer em qualquer idade.

Quais sintomas podem indicar problemas na próstata?

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Os principais sintomas que indicam que há problemas na próstata são relacionados ao ato de urinar. Isso ocorre porque a próstata está muito próxima da bexiga e também da uretra. Qualquer complicação na próstata acaba afetando o sistema urinário masculino.

Os principais sintomas são:

  • Jato urinário cada vez mais fraco;
  • Dificuldade ou demora para começar a urinar;
  • Necessidade frequente de urinar;
  • Acordar muitas vezes durante a noite para urinar;
  • Interrupção involuntária do jato urinário;
  • Presença de sangue na urina;
  • Dor ou sensação de queimação enquanto urina;
  • Urgência (não conseguir “segurar” a bexiga);
  • Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

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