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Disfunção erétil e diabetes: entenda a relação

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país com o maior número de casos de diabetes e, segundo o Ministério da Saúde, o número de mortes pela doença cresceu 12% nos últimos anos no país.

Caracterizada pelo aumento das taxas de glicose no sangue, o diabetes pode trazer uma série de complicações à saúde. Quando não tratada adequadamente, a doença pode causar consequências. Problemas bucais, renais, oculares e cardiovasculares, além do surgimento de ulcerações nos pés e nas pernas que podem levar à amputação.

No entanto, há uma complicação comum do diabetes para a saúde do homem e que muitos ainda desconhecem: é o aparecimento de doenças sexuais, como a disfunção erétil ou impotência.

Para se ter uma ideia, segundo um estudo recente publicado no periódico científico Diabetic Medicine, a disfunção erétil afeta 52,5% dos homens com diabetes, sendo ainda mais frequente nos pacientes possuem o tipo 2 da doença.

Ficou interessado? Então leia este post. Entenda melhor a relação entre disfunção erétil e diabetes, conheça os tratamentos e saiba como se prevenir. Acompanhe!

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Diabetes e disfunção erétil: qual a relação?

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A diabetes é uma doença caracterizada pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue, surgindo quando há redução ou deficiência na produção do hormônio insulina. Uma das possíveis consequências da diabetes é a disfunção erétil. Mas você sabe por que ocorre essa relação entre diabetes e impotência sexual? Leia o artigo e entenda.

A diabetes pode dificultar o fluxo sanguíneo ou causar lesões nos nervos, o que impede o funcionamento normal do mecanismo da ereção. Os homens diabéticos têm muito mais chances de desenvolverem disfunção erétil. Segundo pesquisas, eles possuem até três vezes mais propensão de sofrer com o distúrbio do que os homens sem diabetes.

Vale ressaltar ainda que quando a glicose (açúcar no sangue) apresenta níveis descontrolados, o risco de disfunção erétil causada por diabetes é bem maior do que se os níveis forem mantidos sob controle.

Por que a diabetes aumenta os riscos do homem ter disfunção erétil?

De forma geral, pode-se dizer que o excesso de açúcar no sangue, característico da diabetes, ocasiona, ao longo do tempo, danos nos nervos e nos vasos sanguíneos, o que nos homens, entre outras complicações, afeta a região peniana.

Desde o entupimento dos vasos, chamado de aterosclerose – pelo acúmulo de gordura dentro das suas paredes – até a insensibilidade dos nervos que estimulam a ereção, existe todo um conjunto de fatores ocasionados pela diabetes que contribui para a impotência sexual do homem.

Os danos aos nervos podem restringir o estímulo e a sensibilidade que precedem a ereção. Já os danos aos vasos sangüíneos podem impedir o fluxo de sangue necessário ao início da ereção ou para manter o endurecimento do pênis durante a relação sexual.

Para os homens diabéticos que querem manter a vida sexual ativa e satisfatória, é fundamental manter todos os dias as taxas de açúcar no sangue controladas. Se a glicemia for mantida em valores adequados, não haverá excesso de açúcar no sangue para danificar nervos ou vasos sanguíneo, havendo menos riscos de ocasionar disfunção erétil.

Dados da diabetes no Brasil

A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE em 2015, mostra que a diabetes atinge 9 milhões de brasileiros. Isso corresponde a 6,2% da população adulta. São, de acordo com a pesquisa, 3,6 milhões de homens diabéticos no Brasil.

Os percentuais de prevalência da doença por faixa etária são: 0,6% entre 18 a 29 anos; 5% de 30 a 59 anos; 14,5% entre 60 e 64 anos e 19,9% entre 65 e 74 anos. Para aqueles que tinham 75 anos ou mais de idade, o percentual foi de 19,6%. Ou seja, o percentual costuma aumentar conforme a idade avança.

Em 2016, segundo o relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 16 milhões de brasileiros adultos (8,1%) sofriam de diabetes. Também segundo a OMS, a doença leva ao óbito cerca de 72 mil pessoas por ano no Brasil.

Os tipos de diabetes

O hormônio que controla o nível de glicemia (açúcar) no sangue é a insulina, e esta é produzida pelo pâncreas. Na Diabetes Tipo 1, o pâncreas do indivíduo deixa de produzir a insulina, aumentando os níveis de açúcar no sangue. Por se tratar de uma doença que tem relação genética (autoimune), geralmente é diagnosticada na infância.

A Diabetes Tipo 2 é a mais comum, representando até 90% dos casos. Geralmente ocorre mais em adultos acima dos 40 anos e/ou em obesos. Nesse tipo de diabetes há união de dois fatores: resistência à insulina no organismo e diminuição da produção pelo pâncreas Nesse caso também há uma predisposição genética que juntamente com fatores como obesidade e sedentarismo resultam no aparecimento da doença.

Como evitar as complicações da diabetes?

Os efeitos danosos de longo prazo da doença são conhecidos como complicações da diabetes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as complicações do diabetes são divididas em dois grandes grupos: micro e macro vasculares.

As complicações microvasculares são àquelas que causam danos aos pequenos vasos sanguíneos, como as que acometem os olhos, rins e nervos. Já as macrovasculares incluem as doenças cardíacas e o fluxo insuficiente de sangue para as extremidades do corpo, principalmente pernas.

Caso uma pessoa com diabetes controle com cuidado sua glicemia, nível de colesterol e pressão sanguínea, ela pode escapar destas complicações sem maiores problemas. Outros fatores que ajudam a fugir das complicações diabéticas são: evitar fumar e beber álcool em demasia, praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma dieta saudável.

Disfunção erétil: como resolver

Se você tem sintomas de disfunção erétil o mais indicado é iniciar um tratamento eficaz. A disfunção erétil é diagnosticada quando o homem tem, frequentemente, alguma dificuldade para ter ereção ou para manter o pênis endurecido e que permita a penetração e uma relação sexual satisfatória.

Apesar de ser bem comum e milhares de homem sofrerem com esse problema, muitos não procuram auxílio médico para tratar a impotência sexual e retomar sua vida sexual ativa e saudável.

Tomar remédios sem prescrição médica não resolve o problema, somente um tratamento indicado por um especialista em saúde sexual masculina pode curar a disfunção erétil.

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