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Vasectomia e disfunção erétil: existe relação entre as duas coisas?

vasectomia e disfunção erétil

No Brasil, é cada vez maior o número de homens que procuram pela cirurgia de vasectomia. Entre 2011 e 2017, houve alta de 42% nas operações realizadas, tanto na rede privada quanto no sistema público de saúde. Somente no SUS, a quantidade de procedimentos aumentou 20%, o que representa um total de 36,7 mil homens que passaram pela cirurgia.

Mas, embora a vasectomia esteja se tornando mais popular, muitos homens hesitam em procurar um médico com medo de possíveis complicações, principalmente relacionados a problemas de ereção.

Mas será que existe mesmo relação entre vasectomia e disfunção erétil? Acompanhe e descubra como é feita a cirurgia, quem pode fazê-la e se há motivos para se preocupar.  Boa leitura!

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O que é vasectomia e como é feita a cirurgia?

Antes de entender a relação entre vasectomia e disfunção erétil, vamos compreender melhor como é feita a operação e quais seus objetivos. A vasectomia é um método contraceptivo cirúrgico extremamente seguro e simples.

A cirurgia costuma demorar entre 15 e 20 minutos, sendo feita somente sob anestesia local e sem qualquer necessidade de internação. Ou seja, após o fim da operação, o homem recebe alta e pode voltar para casa.

O procedimento é bastante simples: o médico separa, corta, amarra e cauteriza os chamados vasos deferentes. Esses são os canais que transportam os espermatozóides dos testículos, onde são formados, para a vesícula seminal, de onde partiriam para a uretra para serem expelidos na ejaculação.

Desse modo, o objetivo da cirurgia é bloquear o caminho dos gametas masculinos, impedindo que eles sejam liberados e, como consequência, reduzindo consideravelmente as chances de gravidez.

A vasectomia é um método altamente eficaz. De acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas 1 a cada 700 homens que passaram pela cirurgia correm o risco de engravidar a parceira. Isso representa uma taxa de sucesso de 99,85%.

Vale destacar, no entanto, que o efeito não é imediato. Nos primeiros meses após a cirurgia, o sêmen expelido ainda pode conter espermatozóides. Por isso, no começo, é necessário que os casais façam uso de outro método contraceptivo durante as relações sexuais.

Após período definido pelo cirurgião (geralmente, um ou dois meses), o homem deve realizar um exame de espermograma para verificar se ainda há a presença ou não de espermatozóides no sêmen.

Quem pode fazer vasectomia?

Por lei, o homem que deseja de submeter a uma vasectomia deve ter, no mínimo, 25 anos de idade ou ao menos dois filhos vivos. Para a realização da cirurgia pelo SUS, é preciso respeitar um prazo de 60 dias entre a manifestação de vontade e o dia do procedimento.

Esse período é destinado para aconselhamento por equipe multidisciplinar e amadurecimento da decisão. Além disso, de acordo com a Lei nº 9.263/96, homens casados precisam de consentimento expresso do cônjuge para poder fazer a cirurgia.

E qual é a relação entre vasectomia e disfunção erétil?

A cirurgia de vasectomia não tem qualquer relação com a disfunção erétil ou quaisquer problemas sexuais. Como vimos, a cirurgia de esterilização masculina não afeta nenhuma das estruturas responsáveis pela ereção, sensação de prazer ou ejaculação. A única alteração é no caminho do esperma, sendo manipulados somente os canais responsáveis pelo transporte dos espermatozóides da bolsa escrotal à uretra.

É importante apontar que, após a cirurgia de vasectomia, o homem não experimenta qualquer alteração na ejaculação, nem mesmo no volume que é liberado. Isso porque o sêmen é composto, em sua maior parte, de secreção seminal e líquido prostático.

Pode haver algum problema sexual após a cirurgia?

Apesar de não haver relação direta entre vasectomia e disfunção erétil ou qualquer prejuízo à potência ou performance, o homem pode, sim, experimentar problemas sexuais – porém, de ordem psicológica.

Ao contrário do que muitos podem pensar, diversos estudos apontam que, na verdade, a libido do homem tende a melhorar após a vasectomia, colaborando com a satisfação sexual de ambos os parceiros. A explicação está no fato de que o casal se sente mais relaxado e passa a fazer sexo com menos preocupações.

Por outro lado, o homem pode ser afetado por outros tipos de pressões psicológicas que podem prejudicar o seu desempenho sexual e levar a frustrações. Como dissemos, após a cirurgia de vasectomia, o homem se torna estéril, ou seja, já não possui a capacidade de gerar filhos.

O problema é que, na cabeça de muitos homens, isso tem relação direta com os seus sentimentos de virilidade e masculinidade, o que pode trazer insegurança e receio em relação ao seu desempenho durante as relações sexuais.

Assim, pacientes que têm alguma dúvida sobre vasectomia e disfunção erétil não devem hesitar em procurar apoio psicoterápico e conversar com seu médico urologista para tirar todos os tipos de dúvida.

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